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esquema trabalho

 

WORKPACKAGE 1 - RECOLHA E ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO

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Tarefa 1 - Definição conceptual de desastre hidro-geomorfológico para Portugal Continental

A definição e os critérios considerados pela EM-DAT (base de dados sobre desastres a nível internacional), para inclusão de uma ocorrência na sua base de dados, são demasiado restritivos, o que faz com que muitos eventos ocorridos em Portugal, que provocaram perdas relevantes, a nível económico e social, não estejam incluídos. Assim, propõe-se nesta tarefa avaliar os critérios adoptados em outras bases de dados e estabelecer uma nova definição e critérios adequados às características do território de Portugal Continental.

Tarefa 2 - Estruturação da base de dados SIG sobre desastres hidro-geomorfológicos

A definição prévia da estrutura da base de dados é um procedimento fundamental de organização da informação recolhida. A base de dados será composta pelos seguintes campos estruturais: (1) ID; (2) Coordenadas X; (3) Coordenadas Y; (4) Localidade (5) Tipo de Desastre; (6) Subtipo de desastre; (7) Ano; (8) Mês; (9) Dia; (10) Perdas Humanas; (11) Perdas Materiais; (12) Fonte; (13) Observações. Esta estrutura permitirá integrar a informação recolhida pelas diversas equipas num atributo único e unificado resultando numa base de dados geográfica.

Tarefa 3 - Recolha e validação de dados para o inventário sobre desastres hidro-geomorfológicos ocorridos entre 1865 e 2010 em Portugal Continental

O desenvolvimento de uma base de dados sólida sobre desastres hidro-geomorfológicos em Portugal é imperativa para o estudo destes fenómenos nas escalas local, regional e nacional. A recolha de dados será suportada por três principais fontes de informação: Investigação em Arquivos (jornais nacionais e regionais; relatórios técnicos; artigos e livros científicos), dados institucionais (Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), Instituto da Água (INAG), Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG)) e entrevistas com especialistas na área das cheias e movimentos de massa.

 

WORKPACKAGE 2 - EXPLORAÇÃO DOS DADOS

        Tarefa 4 - Avaliação da distribuição geográfica dos desastres hidro-geomorfológicos

O conhecimento da distribuição espacial de cheias e movimentos de massa históricos é um passo crítico para a avaliação da perigosidade e risco, assumindo que as circunstâncias que produziram desastres naturais de origem hidro-geomorfológica no passado poderão gerar desastres similares no futuro. Esta tarefa terá como principais objectivos, entre outros:

- Identificar e caracterizar a distribuição espacial de desastres naturais de origem hidro-geomorfológica em Portugal continental;

- Avaliar as relações entre a distribuição dos fenómenos perigosos e os factores físicos que os condicionam;

- Estabelecer um ranking de municípios, regiões e bacias hidrográficas com respeito à ocorrência de desastres hidro-geomorfológicos.

Tarefa 5 - Avaliação do ritmo temporal dos desastres hidro-geomorfológicos

A avaliação da distribuição temporal será conduzida por questões previamente colocadas e cujas respostas permitirão antecipar o futuro comportamento das cheias e movimentos de massa perigosos, permitindo definir estratégias de modo a mitigar e reduzir os riscos associados. Nesta tarefa pretende-se caracterizar estaticamente a frequência-magnitude dos eventos meteorológicos desencadeantes que resultaram em desastres hidro-geomorfológicos, em Portugal, usando pregistos de precipitação que nunca foram utilizados. Adicionalmente, procurar-se-á estabelecer limiares críticos de precipitação responsáveis pela ocorrência de cheias e movimentos de massa em diferentes regiões do país.

Tarefa 6 - Análise climatológica de eventos chuvosos extremos e sua relação com os desastres hidro-geomorfológicos

A quantidade, duração e intensidade da precipitação controla directamente as cheias e os movimentos de massa e indirectamente as consequências humanas e materiais provocadas pelos desastres de origem hidro-geomorfológica. Com esta tarefa pretende-se avaliar e caracterizar os padrões sinópticos e de circulação atmosférica responsáveis pelos eventos chuvosos extremos que resultaram em desastres hidro-geomorfológicos.

Tarefa 7 - Avaliação da vulnerabilidade dos elementos em risco expostos aos desastres hidro-geomorfológicos

Os perigos naturais não afectam igualmente as populações. O impacto humano dos desastres naturais depende fortemente de condicionalismos económicos, culturais e sociais. Com esta tarefa pretende-se:

-Avaliar o risco individual e social associado por cheias e movimentos de massa em Portugal, e comparar com os resultados obtidos em trabalhos similares para outros países.

- Propor directrizes e regras gerais no âmbito da gestão de risco e, nomeadamente estratégias de mitigação nas escalas regional e nacional, no pressuposto de que os futuros processos perigosos (i.e. cheias e movimentos de massa) irão ocorrer em circunstâncias idênticas às observadas no passado e que irão produzir perdas similares.

 

WORKPACKAGE 3 - DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO

Tarefa 8 - Implementação do Web-site e do Web-SIG do Projecto

Esta tarefa tem como principal objectivo a construção de um Web-site explorando tecnologia Web-SIG, para exposição de mapas e dados associados relativos às catástrofes de origem hidro-geomorfológica em Portugal Continental.

O Web-site e Web-SIG serão os principais meios de difusão dos resultados do projecto. Adicionalmente, pretende-se apresentar os progressos do projecto em reuniões internacionais de referência, como é o caso da Assembleia Geral da União das Geociências Europeia (EGU), e publicar os resultados obtidos em revistas científicas internacionais  (e.g. Natural Hazards, Natural Hazards and Earth System Science, Risk Analysis).

  

 
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